Testemunhos Vocacionais

  • Pe. Pablo Gabriel Torres Cobos

    Padre Pablo é originario do Mexico e é sacerdote Missionário Comboniano há 3 anos. Atualmente esta prestando seus serviços na comunidade da casa provincial em São Paulo na área da Animação missionária e Promoção Vocacional.

    “Não fostes vós que me escolheu, fui eu que vos escolhi”. Com esta versículo bíblico quero começar a contar minha experiência vocacional que inicia num contexto familiar. Sempre que lembro e partilho a experiência do meu chamado confirmo que desde antes de nascer Deus tinha preparado algo especial para mim. Eu venho de uma família bastante católica, meus avós, meus tios e primos sempre fomos próximos da comunidade, inclusive meus pais muito tempo antes de casar já eram atuantes na comunidade. Meu pai era catequista e minha mãe era mais uma menina do coral que cantavam todos os domingos em missa.

    Meu pai me conta que os primeiros combonianos chegados à região não tinham um lugar para se hospedar e nem para fazer as refeições, no meu país quando um sacerdote visita uma casa é sinal de benção da presença de Deus naquela casa e meus avós sempre acolhiam os missionários, então crescia ainda mais a interesse de querer participar da comunidade. Neste contexto, então meus pais começam a namorar e posteriormente contraem matrimonio. Meus pais se chamam Benito e Cecilia hoje com 54 e 55 respectivamente. Desta união saímos 3 grandes filhos. Cecilia, Pablo, Benito.

    Desde criança eu sempre tive dois grandes modelos a seguir, meus próprios pais. A gente morava bem perto da casinha que os padres e irmãos missionários tinha comprado para morar, simples até o ponto de sempre carecer do mais básico para morar, meu pai sempre foi um homem generoso e pronto pra servir e ajudar os combonianos no trabalho e nas suas necessidades. Eu cresci olhando esta grande referencia para minha formação. Anos depois chega à missão entre os indígenas um irmão comboniano o Ir. Chava home de muita fe, de grande coração e simplicidade de espirito. Junto com meu pai, nos tempos livres, e ele o Ir. Chava saiam pra visitar os doentes, os pobres e levar cestas básicas pra eles.

    Neste contexto nasce uma primeira inquietação, eu queria ser generoso como meus pais e servir como o irmão Chava aos pobres. Porém conforme fui crescendo e avançando na escola essa ideia ia se consumindo, minha participação na “Casa Missão” era mínima, eu me tornava um adolescente rebelde que tinha outras aspirações, outros sonhos. Meus pais também começaram a recuar, eram poucas as vezes que eles iam servir e participar dos encontros dos “amigos combonianos”.

    Num certo momento quando me encontrava estudando o ensino médio um primo me convida a participar de um congresso massivo de jovens de toda a paroquia e comunidades próximas. Para mim tudo era novidade, nunca tinha estado formalmente num grupo de jovens, era a primeira vez que iria me encontrar com jovens. Foi, então comecei a conhecer a dimensão missionária da Igreja. Com eles íamos a comunidades afastadas a motivar os jovens, as lideranças e as crianças da catequese. E olhando a realidade me sentia provocado de poder oferecer mais do que a palavra de Deus.

    No inicio sempre quis ser um grande Administrador de empresas, trabalhar muito para algum dia conquistar o que sempre tanto anelei, e dar uma vida melhor aos meus pais. Mas os caminhos de Deus são sempre distintos. Nesse momento queria ser professor rural, pois assim eu poderia oferecer as crianças uma aprendizado que olhasse o futuro e o sucesso em suas vidas. Eu estava convencido. Minha vocação era ser professor rural e poder contribuir a essas comunidades carentes.

    Meses depois aparece um padre comboniano convidando-me a um retiro vocacional, no inicio sem saber do que se tratava eu fiquei feliz pelo convite, porem depois de analizar bem comecei a sentir medo pela reação dos meus pais. A base de enganos eu fui ao primeiro retiro vocacional onde esperávamos uns 20 jovens para participar, mas na verdade só chegamos naquele encontro quatro jovens. Finalmente no ultimo retiro vocacional só eu estava participando, os outros por diversas circunstancias não chegaram mais aos retiros. Eu sentindo-me feliz e animado fui convidado a participar do pre-seminario, ou seja, estar fora de casa no seminário por uma semana para um encontro com todos os vocacionados do país inteiro num mesmo lugar com o objetivo de partilhar experiências, ter palestras e formação como se já estivéssemos dentro do processo de formação e ao final os psicólogos e os padres nos avaliavam para ver si éramos aptos a entrar no seminário comboniano.

    A primeira dificuldade sabia que iam ser meus pais. O primeiro a convencer tinha que ser meu pai e a ultima a “vencer” era minha mãe, a batalha mais perigosa. Meu pai reagiu de uma forma surpreendente sempre se mostrando disponível, aberto e respeitoso com a minha escolha. Já minha mãe a reação dela foi de tristeza, de choro e não me permitindo sair de casa. Eu saí de casa, embora sem o consentimento de Cecilia, minha mãe.

    Foi toda uma aventura chegar ao local. Nunca tinha saído de casa e viajar para outro estado do país e ficar sozinho fora de casa. Eu estava louco. Eu tinha que estar louco para fazer esta aventura. Eu não levava muito dinheiro e tinha que me virar com aquilo que eu tinha juntado trabalhando, pois minha mãe não me deu nenhum trocado pra eu gastar a raiva dela era tão grande que nem a benção me deu.

    Nunca me esquecerei desta “saída”. Eu saí de casa, deixei pai e mãe, irmãos e amigos e me decidi seguir aquilo que me inquietava no coração. Sabia que era a voz de Deus. Ao final fui aceito ao seminário e voltai pra casa e dar esta grande noticia a meus pais e partilhar minha grande alegria. Toda minha família nunca se imaginou que um jovem rebelde, brincalhão, bocudo e desobediente tinha sido aceito ao seminário.

    Nada me importava apenas queria preparar-me e sair bem de casa.

    Eu saí de casa de uma forma simples, pois os combonianos tinham-me ensinado a simplicidade e a austeridade. Lembro-me que eu levei apenas uma mala e uma bolsa no ombro que eu mesmo confeccionei. Minha bolsa missionária.

    Entre lagrimas e muita alegria me despedi dos meus pais. Sem nada a fazer minha mãe teve que aceitar e me deixar partir. Todos chorando e minha mãe firme como uma árvore de cedro dura e parecia que sem sentimento pela minha partida. Quando consigo me despedir dela apenas me olha e me diz uma frase que nunca esquecerei: “Vai Pablo com minha benção, se Deus te quer eu não posso fazer mais nada”. O abraço dela foi um divisor de agua na minha caminhada, sabia que ela sempre aceitou eu sair e ir para o seminário. Me fez sentir que a tristeza e a saudades viriam, porem que iriamos superar juntos.

    E foi assim que inicio meu processo formativo com os Missionários combonianos. O que aconteceu neste período o irei partilhar numa outra ocasião. Não se perca em breve a segunda parte da minha experiência vocacional.

  • Irmão Francisco D’Aiuto – Chico MCCJ

    Santa Rita, 07 de março de 2016

    Experiência de irmão Missionário Comboniano

    Quando conheci a Congregação dos Missionários Combonianos, tinha 26 anos. Depois de um caminho de discernimento vocacional de cerca de 4 anos, resolvi entrar no postulantado dos irmãos em Pordenone – Itália. Queria ser missionário como irmão e não como padre, nunca me passou pela cabeça de ser padre, mas queria dedicar minha vida inteira para o serviço missionário, isto é, queria ser um missionário leigo vivendo numa comunidade religiosa consagrando minha vida através dos votos de pobreza, castidade e obediência. Nos Missionários Combonianos existem padres e irmãos vivendo e trabalhando juntos. O irmão missionário evangeliza através do trabalho de promoção humana, isto é, mais no campo social, enquanto o padre faz mais um trabalho de pastoral paroquial. As vezes as coisas se misturam no sentido de que tem padres que são empenhados em trabalhos sociais e irmãos que gostam de pastoral, mas de maneira geral encontramos o irmão em trabalhos de promoção humana. Cheguei ao Brasil com 36 anos e trabalhei na Pastoral Operária na região da Grande Vitória / ES, trabalhei também nos Direitos Humanos e no movimento Fé e Política. Depois de 10 anos me pediram um serviço na Itália, onde fiquei trabalhando na animação missionária durante 5 anos. Voltei ao Brasil no ano 2000, na mesma região de Vitória. Retomei o trabalho na Pastoral Operária com um enfoque na criação de cooperativas de Economia Solidária. Desde 2007 estou em Santa Rita, cidade da periferia de João Pessoa na Paraíba. Comecei um trabalho com os catadores, pessoas humildes e completamente excluídas pela sociedade.

    Em 2002, em sintonia com a minha comunidade, decidi de me tornar um vizinho dos catadores, deixei a comodidade da casa paroquial e fui morar em Marcos Moura, o bairro mais pobre e violento da cidade, no meio dos catadores, numa casa parecida com a deles, assumindo todos os desafios daqueles moradores. Morar em Marcos Moura é uma experiência mística, que me ajuda a descobrir e viver Jesus de Nazaré entre os últimos, num caminho de conversão.

    Os catadores começaram uma caminhada e fizeram uma experiência de solidariedade e partilha que os levou a criar a Cooperativa de Catadores de Reciclagem de Marcos Moura, a COOREMM. Hoje, depois de 9 anos de caminhada e 5 de trabalho em cooperativa, os catadores conquistaram a estima e o respeito da população, a farda que usam é um sinal de um grupo organizado que desenvolve um serviço precioso para a sociedade e o meio ambiente, adquiriram autoestima e a consciência de ser cidadãos com deveres e direitos e por isso querem respeito. A COOREMM é um grupo alegre, solidário, rico de fé e esperança no futuro. Esta experiência ensina que a partir dos descartados pela sociedade pode nascer uma nova história carregada de esperança. A certeza do amanhã, o pão de cada dia, a alegria de redescobrir-nos irmãos, de sentir-nos mais humanos, mais à imagem de Deus.

    Irmão Francisco D’Aiuto – Chico MCCJ

  • Forçada a deixar escola na África, teve k voltar ao Brasil







    Sou Priscila Garcia, mineira do interior. A missão ad gentes nasceu em mim muito cedo quando alguns missionários visitaram minha escola para uma palestra. As fotos da África cravaram fundo... e por longos anos eu busquei uma oportunidade para sair.



    Mas a missão na África SÓ chegou quando parei de procurar... logo após a vivência comunitária LMC em Nova Contagem, MG eu me pus a disposição do grupo para qualquer lugar o que incluia permanecer no Ipê Amarelo. Mas "quando o trabalhador está pronto, o trabalho aparece" e o grito infantil da África foi atendido e aceito com grande alegria e surpresa.


    Moçambique! Escola Industrial de Carapira!! Amei aquela terra e aquele povo antes de meus pés pisarem aquele chão. Estudei psicologia mas lá assumi a educação e a saúde, aula de Educação Cívica e Moral e a responsabilidade da Enfermaria da escola, respectivamente. Cerca de 130 estudantes que moram no lar da escola, localizada numa região endêmica de malária, entre outras doenças. Foram eles desde os primeiros dias os meus mestres, foram eles que me ensinaram as primeiras regras básicas da nova cultura na qual me inseria, eram eles que me corrigiam quando algo saía errado e são eles que me desafiam a ir em frente e melhorar no dia a dia, seja na sala de aula, seja na enfermaria. E agora, que tive que vir ao Brasil por questões de saúde, são eles, os meus meninos, que me fazem sorrir sozinha no anseio de logo regressar àquela terra querida.

    O sonho infantil deu lugar a pés no chão, um sonho amadurecido que vai se fortalecendo e que me faz perceber e reconhecer que a missão é bem mais que a saída de uma missionária de sua terra em direção a outra... a missão é feita pelo próprio povo que acolhe quem chega, pelos outros missionários com quem convivemos, por cada amigo e familiar que deixamos e nos acompanha no coração, por toda uma comunidade paroquial que nos envia e nos acompanha nas orações, e de forma muito especial pelo grupo ao qual pertencemos e nos anima a seguir em frente e enfrenta conosco os dissabores que fazem parte e podem nos turvar a alegria da missão vez em quando. A missão é feita de quem parte, quem acolhe e quem envia... quem fica e nos acompanha nas orações e nos anima! E somente por Ele, pelo Cristo Encarnado uma missão se sustenta e gera vida. É por Ele que o “Sim” dado à Missão é renovado.

    Priscilla Garcia, LMC

  • Leonard

    Sou Mbaidiguim Djikoldigam Leonard. Tenho 25 anos. Sou chadiano. Sou escolástico comboniano, estudante em primeiro ano de teologia. Fiz os primeiros votos no dia 11 de maio 2014. Cheguei aqui no Brasil no dia 23 agosto. O Brasil é a minha primeira experiência fora do meu pai como missionário. Durante esses poucos tempos que tinha passado aqui no Brasil, fiz já algumas experiências que posso chamar de experiência missionaria que gostaria de partilhar com vocês.

    A primeira experiência que fiz e que me tocou muito é a participação no curso de Verão organizanido pela PUC de São Paulo. Essa experiência foi muito bonito e proveitoso para a minha formação para a vida missionaria comboniana. Foi uma oportunidade para se inserir na realidade da cultura Brasileira. A inserção na realidade do povo que nos acolhe, é muito importante para nos Missionários Combonianos. Faz parte das exigências da nossa vida tal que quiseste são Daniel Comboni. Isso se resume na sua palavra “Fazer causa comum”. O missionário tem que se inserir na cultura do povo para “fazer causa comum” com ele para anunciar melhor o Evangelho. O curso de verão além do tema «Juventude e relações afetivas” que foi tratado foi uma apresentação das diversidades de culturas que formam o Brasil e um encontro do diferentes do povo dos diferentes estados do Brasil. Assim tive a ocasião durante esse curso, pouco tempo seja de conhecer pouquinho da cultura do Brasil e ama a com coração de missionário. Alias a participação nesse é querido pelos formadores justamente para isso.

    A segunda experiência é a experiência pastoral em Soledade de Minas Gerais durante a semana santa. Em efeito, durante a semana o Pe Vanderlei, Daniel e eu, fomos para essa pequena cidade de Minas Gerais na paroquia Nossa Senhora de Soledade convidados pelo pároco de lá Pe. Antônio Clarete. Nossa presencia ali era ajudar nas celebrações durante a semana santa, mas também fazer animar o povo para dimensão missionaria da Igreja. Assim nos dedicamos-nos para visitar as famílias de lá particularmente as famílias de duas comunidades: uma rural e outra na periferia da cidade. Essas visitas casas para casas foram muito formativas. Pois a gente aprendeu muitas coisas do povo, da sua situação de vida, de fé. São pessoas simples, mas cheias de generosidade, de amor, do sentido de acolhida. Também fomos marcados pela qualidade da fé e de devoção com a qual o povo celebrou a semana santa. A semana foi marcada pelas lindas processões nas ruas da vida.

     

  • Patrícia

    Patricia Lima, escrivã no processo de beatificação do Pe. Ezequiel Ramin, dá seu testemunho da Primeira Romaria; Cacoal e Rondolândia 2016

    Pe. Ezequiel Ramin – um legado deixado pra muitas vidas!

    A coragem dos missionários combonianos de se lançar aos desafios me surpreende cada vez mais. Participei da comemoração dos 31 anos de morte do Pe. Ezequiel Ramin, juntamente com o grupo de jovens – JMC – (Jovens Missionários Combonianos) de Porto Velho/RO.

    No dia 23 de julho, partimos de madrugada com destino a cidade de Cacoal/RO, onde pela tarde motivamos os jovens da cidade em um encontro de espiritualidade missionária sobre o Pe Ezequiel.

    Processo de beatificação do Pe. Ezequiel Ramin, testemunho da Primeira Romaria; Cacoal e Rondolândia 2016

    No domingo, dia 24 de julho de 2016, seguimos bem cedo rumo a Rondolândia/MT para nos unirmos aos romeiros de várias comunidades locais e de outras cidades, que foram exclusivamente para essa celebração.

    Quando estávamos chegando em romaria à Capela Pe. Ezequiel construída no local de sua morte, mesmo com o barulho de carros, fogos de artifícios, e a cantoria dos romeiros que participavam da caminhada, comecei a sentir o silêncio que pairava naquela mata. Bem ali, debaixo das árvores, aquele silencio interior me fez ir bem lá no fundo do meu eu! Passei então a imaginar como teria sido os últimos momentos de sua vida.

    Processo de beatificação do Pe. Ezequiel Ramin, testemunho da Primeira Romaria; Cacoal e Rondolândia 2016

    Confesso que no ano passado, na comemoração dos 30 anos de sua morte, participei da inauguração da Capela e fiquei tocada com a coragem que o Ezequiel tinha de viver e lutar por um povo injustiçado, numa região que há 30 anos só existia mata fechada, jagunços, pistoleiros. Mas desta vez, quando o sino tocou e fui adentrando a capela não tive como conter as lágrimas, que molharam meu rosto. A emoção foi mais forte ainda... . Por tudo o que aconteceu naquela época, pela sua história de vida que conheci através dos testemunhos relatados daquele povo que tanto acredita e tem fé no Pe. Ezequiel; a imensa coragem deste homem e o que ele fez por aquele povo, é de impressionar.

    Ezequiel não foi somente padre, foi muito mais além; foi professor, psicólogo, advogado, empreendedor, amigo, irmão, companheiro, filho, um homem cheio de conhecimentos e experiências que não guardou só pra si, mas compartilhou com aqueles que estavam ao seu lado a sua experiência de vida, seus conhecimentos adquiridos, orientando e formando novos homens e mulheres com visões para o futuro. Estimulou as pessoas a serem independentes, a crescerem na vida, a lutar, a conhecer e buscar seus direitos e deveres como cidadãos cristãos. Este é o maior legado que o ser humano pode deixar para alguém nessa vida. Pe. Ezequiel deixou esse legado não para uma só pessoa, mas, para muitas vidas.

    Processo de beatificação do Pe. Ezequiel Ramin, testemunho da Primeira Romaria; Cacoal e Rondolândia 2016

    Tentei me colocar um pouquinho na pessoa de Ezequiel, pra sentir o que um ser humano com boas condições de vida socioeconômica e cultural viveu ao se dispor a passar por determinadas situações difíceis ao lado de pessoas tão simples, sofridas e injustiçadas, colocando a sua própria vida em risco; deixando-se levar somente pelo propósito que Deus tinha pra ele. Simplesmente, Ezequiel deixou tudo o que tinha pra cumprir sua missão. Ele se entregou verdadeiramente de corpo e de alma. Talvez não imaginava a dimensão que pudesse refletir a sua história, nem imaginava que seu legado fosse se espalhar por tantas vidas, muito menos chegar a poder ser reconhecido como um mártir e futuro santo.

    O local da capela é um lugar sagrado. Na simplicidade que encontramos ali, transmite uma paz de espírito que acalma a alma, que invade o nosso ser e nos faz viajar pra dentro de nós mesmos, nos permitindo chegar ao êxtase espiritual. Todos nós Jovens Missionários Combonianos sentimos os nossos corações tocados com essa experiência. Isso nos motivou a ter novas visões de vida, a pensar no novo e rever nossos conceitos.

    A paz!

    Patrícia de O. Lima

    Processo de beatificação do Pe. Ezequiel Ramin, testemunho da Primeira Romaria; Cacoal e Rondolândia 2016, créditos de Patricia Lima

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